Drogas Usadas por Atletas

Drogas Usadas por Atletas

Exames de doping são famosos, principalmente quando a questão é esportes, mas quais são realmente as drogas usadas por atletas? Porque nesse ramo é tão comum falar sobre drogas, quais são os apoios que os atletas usam para obter máximo desempenho e resultado?

De quatro em quatro anos acontece um evento esportivo mundial, os jogos olímpicos. Tal fenômeno ocorre justamente com o intuito de estimular a competição sadia entre competidores da mesma categoria e de países diferentes com um propósito maior, o pódio de medalhas.

Os jogos olímpicos surgiram em meados de 2500 a.C no berço da civilização, a Grécia. Contudo, apenas por volta de 776 a.C que surgiram os primeiros registros de reais competições aconteceram e os atletas vencedores tiveram seus nomes registrados.

Os jogos foram tão importantes naquela época que até mesmo as cidades de Esparta e Pissa aliaram-se em acordo de trégua. E em comum acordo dessa trégua fora realizado no santuário Olímpia, denominou-se então a nomenclatura jogos olímpicos.

Atualmente, na era moderna Atenas foi a primeira cidade que sediou as olimpíadas no ano de 1896 com delegações de 14 países e com um total de 241 atletas. Desde essa época, apenas nos anos de 1914, 1918, 1939, 1945 e 2020 não foram realizados os jogos olímpicos, e tirando o ano de 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus os anos antecedentes foram realizadas a primeira e segunda guerra mundial respectivamente.
(Fonte: Mundo Educação)

Sendo assim, hoje os jogos olímpicos contam com 41 esportes, 37 arenas, 206 países, 306 provas diferentes, 136 modalidades femininas e 161 masculinas. É esporte pra caramba e, por ser um evento mundial, é assistido por bilhões de pessoas em todo o globo.

Com um evento épico desse, em que o mundo inteiro praticamente participa, a quantidade de atletas é enorme e a preparação dos mesmos para se sobressair em relação aos adversários é extremamente importante e que define quem ganha e quem perde, se sobe ao pódio ou não.

Tipos de Drogas usadas por Atletas

Com o sonho do pódio, os atletas passam o ano treinando rotineiramente, dia a dia, horas e mais horas de condicionamento físico para conseguir um uma medalha. Entretanto, para uma competição justa e equilibrada, as modalidades incluem competidores com média de estatura e peso justamente para que não seja injusta para um dos lados.

A competição tem como intuito recompensar o talento do atleta por não só pelo resultado em campo, mas no quesito preparação para esse resultado. Em contrapartida existem alguns “espertinhos” que querem burlar parte do sistema. Sendo assim a equipe de formação antidoping dos jogos Olímpicos, tem como finalidade descobrir as drogas usadas por atletas.

Como algumas modalidades envolvem não apenas força, mas também agilidade, esses atletas “espertos” tentam utilizar de drogas ou de “elementos naturais” para auxílio do condicionamento físico, o que faz com que, às vezes, sejam pegos nos exames de doping.

Essas substâncias que prometem um maior condicionamento físico, como os esteróides anabolizantes, tem a finalidade de auxílio para adquirir uma musculatura mais forte em um espaço curto de tempo. Além dessas substâncias existe uma gama de ANFETAMINAS que auxiliam no estímulo da “explosão” no ato de iniciar a partida, como na natação e atletismo.

Apesar de proibidos por serem considerados trapaça, volta a questão primordial dos jogos olímpicos, que é a competição sadia e saudável do esporte. Em teoria, todos não deveriam utilizar desses recursos, justamente porque faz mal ao organismo do atleta em competição. No caso das anfetaminas, pode levar à parada cardiorrespiratória ou até mesmo infarto.

Outras substâncias como os bloqueadores de adrenalina (beta-bloqueadores) são utilizadas em esportes onde há uma grande necessidade de concentração, como tiro ao alvo, arco e flecha, golfe, dentre outros. Onde o atleta deprime seu organismo com o intuito de aumento de foco. A seguir segue os exemplos:

  1. Drogas Estimulantes
    Anfetamina, cocaína, efedrina e cafeína.

  2. Narcóticos
    Compostos derivados do ópio ou da semente da papoula.
    Morfina, petidina e substâncias análogas.

  3. Agentes Anabolisantes
    Nandrolona, o estanozolol, o anadrol e a própria testosterona.

  4. Diuréticos
    Triantereno e a furosemida.

  5. Hormônios e Afins
    Gonadotrofina coriônica humana (HCG) ; hormônio do crescimento (GH). adrenocorticotrófico (ACTH).

Consequências de uso ao longo prazo.

Toda substância que é nociva ao organismo, ao longo prazo pode trazer consequências terríveis. Sendo assim, mesmo se o intuito é apressar a questão do condicionamento físico e conseguir cada vez mais resultados com o próprio corpo, os resultados para os órgãos e para as funções metabólicas do corpo é algo que se deve avaliar imediatamente.

Agentes estimulantes são altamente potentes e tem como grande chances de dependências, ainda mais as drogas como anfetaminas e cocaína. Os opióides como morfinas e codeínas, oriundos da papoula, têm a mesma problemática envolvendo a dependência.

Já os agentes anabolizantes, hormonais, e diuréticos podem mexer com toda a estrutura química corpórea, o que pode levar anos para reverter o quadro, e além do mais, podem aumentar a chance do atleta no longo prazo ter problemas renais, cardíacos, de tireoide e principalmente o surgimento de tumores.

Evitar é o melhor remédio

Mesmo com a disputa acirrada entre atletas do mundo todo, ainda mais quando o assunto é olimpíada, onde vencer é muito mais que reconhecimento, mas envolve cravar o nome na história dos jogos olímpicos. Utilizar de artimanhas que facilitem ganho de massa corpórea no menor espaço de tempo, através dos famosos “tóxicos” é um risco grande entre os apostadores deste ramo.

Arriscar uma carreira inteira em um campeonato onde exigiu-se treinamento enfático no passado é algo de se pensar duas vezes. Independente das drogas usadas por atletas, algumas podem até ajudar, mas ao final a história é a mesma, o corpo padece.

Infelizmente alguns se arriscam e acabam perdendo suas vidas, como é o caso de Knud Enemark Jensen (1960) morte por anfetamina, e que por sinal trouxe o mundo dos “dopings” para atualidade. Entretanto, sua morte foi um marco, e apesar de ter tido um traumatismo craniano, foram encontrados em seu organismo traços de anfetamina, onde à partir daí começaram os estudos sobre como evitar o uso de químicos por atletas.

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