Por Equipe Terapêutica Centro de Tratamento Azauany
Tomar a decisão da Internação Involuntária de um ente querido contra a vontade dele é, sem dúvida, uma das escolhas mais difíceis que uma família precisa fazer. A sensação de culpa, o medo de que o dependente se sinta “traído” e a incerteza sobre o processo são barreiras comuns.
Essa decisão envolve a Internação Involuntária e é muitas vezes tomada com muito pesar e reflexão.
Compreender a necessidade de Internação Involuntária é essencial para lidar com a doença.
A Internação Involuntária é um passo importante na busca pela recuperação do paciente.
No entanto, é preciso encarar a realidade: a dependência química e o alcoolismo são doenças progressivas e fatais. Em muitos casos, o uso da substância retira do indivíduo a capacidade de discernimento e de autoproteção. Ele não consegue mais escolher parar.
Oferecemos um programa de Internação Involuntária que visa a recuperação do paciente e a reintegração à sociedade.
É crucial entender os aspectos legais da Internação Involuntária antes de tomar essa decisão.
As famílias devem se informar sobre a Internação Involuntária para estar preparadas para o processo.
A Internação Involuntária é uma medida extrema, mas necessária em muitos casos.
Neste guia completo, explicamos como funciona a Internação Involuntária em nossa Unidade Particular, o amparo legal para esse procedimento e como nossa equipe realiza o resgate de forma segura, humana e discreta.
A decisão pela Internação Involuntária pode ser difícil, mas é vital para a recuperação.
⚠️ Nota de Atendimento: Somos uma instituição de saúde privada e especializada. Oferecemos tratamentos particulares e aceitamos alguns planos de saúde (sob consulta). Não possuímos convênio com o SUS ou vagas sociais gratuitas. Para atendimento público, recomendamos buscar o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) de sua região.
Promover a Internação Involuntária é proporcionar ao dependente a chance de recuperação.
Com a Internação Involuntária, buscamos libertar o paciente das amarras da dependência.
Internar contra a vontade é crime? Entenda a Lei 13.840/19
O processo de Internação Involuntária começa com o pedido da família e um diagnóstico médico.
Essa é a principal dúvida das famílias que entram em contato conosco. A resposta é direta: Não, internação involuntária não é crime e não é cárcere privado. Pelo contrário, é um ato de proteção à vida amparado pela legislação brasileira.
A Lei Federal nº 13.840, sancionada em 2019, regulamenta a internação involuntária de dependentes químicos. Ela existe justamente para situações onde o paciente corre risco de vida ou representa risco para terceiros, mas não aceita o tratamento devido ao estado alterado de consciência causado pelas drogas.
A diferença entre “Prender” e “Cuidar”
A comunicação constante é vital durante a Internação Involuntária para o bem-estar do paciente.
Muitos pais e cônjuges sentem que estão “prendendo” o familiar. É fundamental mudar essa mentalidade:
Durante a Internação Involuntária, a segurança do paciente e a confidencialidade são prioridades.
- A doença prende: O dependente já está preso à substância. Ele não tem liberdade de escolha.
- A internação liberta: O tratamento devolve a lucidez para que, limpo, ele possa retomar o controle da própria vida.
Como funciona a parte burocrática?
Para que a internação involuntária seja legal e segura, nossa clínica segue rigorosamente o protocolo exigido pelo Ministério Público:
O resgate deve ser entendido como uma Internação Involuntária que visa salvar vidas.
A abordagem do resgate é delicada e respeitosa, focando na Internação Involuntária.
Buscamos garantir que a Internação Involuntária seja um processo humanizado e respeitoso.
- Pedido da Família: Um familiar consanguíneo (pai, mãe, filho, irmão) ou cônjuge assina o pedido de internação.
- Laudo Médico: Um médico psiquiatra da nossa equipe avalia o paciente na chegada e emite um laudo justificando a necessidade da internação.
- Comunicação aos Órgãos Responsáveis: Nossa administração comunica o Ministério Público sobre a internação em até 72 horas, garantindo total transparência e legalidade ao processo.
Você não precisa se preocupar com a papelada. Nossa equipe administrativa e jurídica cuida de todo o trâmite para que você possa focar apenas na recuperação do seu familiar.
Seu familiar está em risco agora? Não espere uma tragédia acontecer para agir. Nossa equipe de remoção especializada está de plantão 24h para realizar o resgate com segurança e suporte médico.
Atendimento Particular e Sigiloso
Como funciona o Resgate: A Abordagem da Equipe de Remoção
Sabemos que a imagem de uma “remoção forçada” pode assustar. Por isso, em nossa clínica, tratamos esse processo como um Resgate Médico Especializado, e não como uma captura policial.
Nossa prioridade absoluta é a integridade física e moral do paciente. Para garantir isso, não utilizamos “seguranças comuns”, mas sim uma equipe multidisciplinar treinada em gerenciamento de crise.
Quem vai buscar o seu familiar?
Nossa unidade móvel é tripulada por profissionais capacitados para lidar com surtos psicóticos e agressividade:
- Socorristas e Enfermeiros: Para monitorar sinais vitais e medicar, se necessário.
- Terapeuta de Abordagem: Responsável pela primeira tentativa de convencimento verbal.
- Motorista Treinado: Para uma condução rápida e segura até a unidade.
O Protocolo de “Contenção Humanizada”
Diferente do que se vê em filmes, nossa equipe sempre inicia com a Abordagem Verbal. Em mais de 60% dos casos, a presença de uma equipe uniformizada e firme é suficiente para que o paciente aceite acompanhar voluntariamente.
Caso haja resistência física ou risco de agressão, utilizamos técnicas de contenção mecânica humanizada, protegendo o paciente de se machucar ou machucar a família, seguindo estritamente os protocolos hospitalares.
Importante sobre o Sigilo: Nossos veículos são discretos (descaracterizados ou ambulâncias padrão), preservando a imagem da família diante de vizinhos e condomínios. Entendemos que a discrição é fundamental para o seu conforto.
Quanto custa a Internação e o Resgate?
Como se trata de uma estrutura hospitalar privada de alto padrão, os custos envolvem a hotelaria, equipe médica 24h, alimentação supervisionada por nutricionistas e terapias diárias.
- Particulares: Oferecemos pacotes com condições facilitadas de pagamento.
- Convênios Médicos: Aceitamos diversos planos de saúde para cobertura parcial ou total do tratamento. (Consulte nossa lista de convênios pelo WhatsApp).
O investimento na recuperação é infinitamente menor do que o custo emocional e financeiro de manter o vício ativo.
Não enfrente isso sozinho(a). Nós sabemos exatamente o que fazer.
Você já tentou conversar, já tentou ajudar em casa e nada funcionou. Agora, deixe com quem é especialista em salvar vidas.
As perguntas frequentes refletem as preocupações sobre a Internação Involuntária e o tratamento.
A Internação Involuntária é uma intervenção que pode salvar vidas e deve ser considerada com seriedade.
Clique no botão abaixo. Você falará diretamente com um Terapeuta de Plantão (não é robô) que vai te ouvir e orientar sobre o resgate imediato.
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Internação Involuntária: Um caminho em direção à recuperação e à saúde mental.
Perguntas Frequentes sobre a Internação
1. O paciente pode levar celular ou notebook?
Para garantir o foco total na recuperação e evitar gatilhos externos ou contato com traficantes/fornecedores, o uso de aparelhos eletrônicos pessoais é restrito, especialmente na fase inicial de desintoxicação. A comunicação com a família é feita através da clínica e videochamadas monitoradas, conforme a evolução do tratamento.
2. Ele vai ficar com raiva de mim por interná-lo a força?
É comum que, no momento do resgate e nos primeiros dias, o paciente sinta raiva ou rejeição. Porém, isso é um sintoma da abstinência e da doença, não do verdadeiro sentimento dele. A experiência nos mostra que, após o período de desintoxicação (quando a mente volta a clarear), a maioria dos pacientes agradece à família por ter intervindo e salvado sua vida
3. Quanto tempo dura o tratamento involuntário?
O tempo varia de acordo com o grau de dependência e o tipo de substância, mas o tratamento completo costuma durar entre 90 a 180 dias. A alta médica só ocorre quando o paciente está clinicamente estável e apto a viver em sociedade sem o uso de drogas. O tempo exato será definido pelo médico psiquiatra.
4. A família pode visitar o paciente?
Sim, a reintegração familiar é parte fundamental da cura. As visitas costumam ser liberadas após o primeiro mês (período de adaptação), sempre com autorização da equipe terapêutica. Antes disso, a família recebe boletins diários ou semanais sobre o estado de saúde e evolução do paciente.
5. É permitido fumar cigarro na clínica?
Geralmente sim. Embora incentivemos a saúde total, entendemos que retirar o tabaco no momento da abstinência de drogas pesadas pode gerar ansiedade excessiva. O fumo é permitido em áreas externas específicas e em horários controlados.